quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mais de Mendoza

Hoje nos propusemos a descobrir a Mendoza que tínhamos imaginado. Não encontramos. De manhã fomos a chamada Area Fundacional que, teoricamente, é o centro histórico da cidade. Lá chegando nos deparamos com uma praça. E um museu - que não entramos. Nada mais. Um pouco decepcionante. Mas, pelo menos, a praça era simpática. Sentamos em um banquinho na sombra e ficamos olhando o chafariz e pensando no que fazer nas próximas muitas horas que nos restavam. Aliás, o que mais tem por aqui é chafariz. De certo é para dar um pouco de umidade para a cidade. 

Praça da area fundacional

Felipe dominando o mapa

Resolvemos que merecíamos um almoço de verdade e não mais o famoso trio pão-presunto-queijo. Caminhamos até um tenedor libre que a moça das informações turísticas tinha nos indicado como sendo bom e barato. Lá chegando, vimos que não era tão barato assim... refugamos. Fomos até a calle peatonal e comemos uma milanesa de ternera napolitana (só para não esquecermos do gosto do presunto e do queijo) com pure de papas e refris.

Como não tinha mais nada que queríamos ver pela cidade, nos tocamos para a zona dos vinhedos - de novo. E dessa vez nem precisamos da ajuda da moça do GPS pois o Felipe já estava com todos os caminhos bem entendidos! O destino de hoje foi Lujan de Cuyo, uma das três zonas de bodegas de Mendoza. As outras duas são Maipu (onde fomos ontem) e Uco (que fica a mais de 200 km daqui). 

A bodega escolhida foi a Catena Zapata. Andamos uns 20 km sem nenhuma placa dizendo se estávamos no caminho certo. E chegamos (Felipe chegou, eu só dirigi). Sério, esse lugar sim é chique. E de graça. Não pagamos um tostão pela visita guiada. 

Na entrada da bodega tem um jardim impecável, com uma grama tão perfeita que dá vontade de deitar e dormir. Seguindo pela estradinha rodeada de parreiras se vê o prédio da vinícula, no formato de uma pirâmide maia. Mais uma vez - muito chique! Entramos no prédio e ficamos esperando a visita guiada começar. 


Prédio da Catena Zapata
Vista do terraço

Foi bem legal. Passeamos por várias partes da bodega. O ponto alto foi o terraço. De lá se viam os vinhedos, os ciprestes e a cordilheira. Espetacular! E no final experimentamos um cabernet sauvignon (de graça).

Boutique da bodega

De lá fomos em mais duas bodegas - Terrazas e Ruca Malén. Ambas fechadas, pois o horário de visitas já tinha terminado e não tínhamos reservas. Voltamos para a cidade com a sensasão de que a Mendoza que esperávamos é mesmo a rural.

Amanhã partiremos para a cordilheira! Curvas de Villavicencio, Uspallata, Puente del Inca e Penitentes.

4 comentários:

  1. Ola, continuamos apreciando a viagem...
    muitos beijos

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  2. Queridos!

    Só agora descobri o blog!

    Muito boa viagem e obrigada pelos parabéns!! Amei ser citada!

    Beijos

    Amanda

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  3. Flavinhaaaaa e Felipe!! Também só, tristemente, descobri agora essa aventura!! Que demaaaais!! Invejinha (branca, das boas) de vcs, serei visitante assídua!!!! aproveiteeeem muito!!
    beijoooo

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  4. bem que eu queria estar nestas degustaçoes...bebam um copinho pr nós..bjs

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